A segunda etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite será realizada no dia 19 de setembro.
Com o slogan “Não dá pra vacilar. Mais uma vez, tem que vacinar”, o Ministério da Saúde reforça o alerta aos pais e responsáveis sobre a importância de levar as crianças menores de cinco anos aos postos de vacinação.
Nessa data, será realizada a segunda etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra Poliomielite.
Não deixe para a última hora, faça desse compromisso a principal prioridade do dia. Afinal trata-se da saúde daqueles que mais amamos. Depois vá se divertir com seu baixinho. Você se lembra do pânico que você sentia quando era dia de tomar vacina?
A meta da segunda etapa da campanha é proteger cerca de 14,7 milhões de crianças – o que representa 95% das crianças menores de cinco anos. Não é justo o seu baixinho ficar fora dessa. Histórias trágicas no passado marcaram a vida de muitas famílias por falta de vacinas. Hoje nada justifica não cumprir esse compromisso.
Cerca de 115 mil postos de vacinação participarão da mobilização em todo o país. Serão milhares de pessoas trabalhando na campanha, que contará com a utilização de milhares de veículos terrestre, marítimo e fluvial.
A primeira etapa foi realizada em 20 de junho e atingiu 95,7% do público alvo. É pouco, pois, isso significa que muitas crianças estão sob ameaça.
Dessa vez ajude o ministério da saúde a atingir 100% do seu objetivo. Vai lá, e fique com a consciência tranqüila.
A vacina é oferecida gratuitamente.
Ela, É uma estrela que flutua Nos braços do universo A soprar na face da lua O que o poeta transforma em verso.
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domingo, setembro 13, 2009
sábado, setembro 12, 2009
Concurso público
Última semana para se inscrever no concurso público da prefeitura de Itapevi
Serão disponibilizadas 417 vagas para profissionais de nível fundamental, médio, técnico e superior.
A prefeitura de Itapevi abriu na última semana as inscrições do concurso público para preenchimento de diversos cargos. O edital completo está presente no site da prefeitura de Itapevi (http://www.itapevi.sp.gov.br/), na edição de 28 de agosto de 2009 do Diário Oficial de Itapevi e no site da Equipe Assessoria (http://www.equipeassessoria.com.br/). As inscrições terminam dia 18 de setembro e podem ser feitas no Ginásio Municipal de Esporte localizado na Av. Rubens Caramez, 1000 – Pq. Suburbano, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 17h. Inscrições variam entre R$ 15 e R$ 45. Vale a pena conferir.
Boa sorte!
Serão disponibilizadas 417 vagas para profissionais de nível fundamental, médio, técnico e superior.
A prefeitura de Itapevi abriu na última semana as inscrições do concurso público para preenchimento de diversos cargos. O edital completo está presente no site da prefeitura de Itapevi (http://www.itapevi.sp.gov.br/), na edição de 28 de agosto de 2009 do Diário Oficial de Itapevi e no site da Equipe Assessoria (http://www.equipeassessoria.com.br/). As inscrições terminam dia 18 de setembro e podem ser feitas no Ginásio Municipal de Esporte localizado na Av. Rubens Caramez, 1000 – Pq. Suburbano, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 17h. Inscrições variam entre R$ 15 e R$ 45. Vale a pena conferir.
Boa sorte!
sexta-feira, setembro 11, 2009
SENAI-SP _ Aproveite essa oportunidade
“Participe do SENAI-SP de Braços Abertos
A escola SENAI-SP de Jandira recebe você de braços abertos. Conheça as instalações, os cursos e toda a estrutura que oferecemos para seu desenvolvimento profissional. Faça parte do SENAI-SP. Faça parte da Indústria”.
Assim, com folhetos e cartazes com esse anúncio, as unidades do SENAI-SP convidam toda a comunidade a visitar o SENAI-SP e conhecer toda sua estrutura. A melhor instituição de ensino do país, neste dia 12 de setembro de 2009, estará de portas abertas para receber você. Aproveite essa oportunidade e abrace um futuro de sucesso através de um dos cursos oferecidos por essa grande fonte de aprendizagem. Informe-se sobre a localização do SENAI-SP mais próximo da sua residência e fique pó dentro de todo o desenvolvimento tecnológico.
A escola SENAI-SP de Jandira recebe você de braços abertos. Conheça as instalações, os cursos e toda a estrutura que oferecemos para seu desenvolvimento profissional. Faça parte do SENAI-SP. Faça parte da Indústria”.
Assim, com folhetos e cartazes com esse anúncio, as unidades do SENAI-SP convidam toda a comunidade a visitar o SENAI-SP e conhecer toda sua estrutura. A melhor instituição de ensino do país, neste dia 12 de setembro de 2009, estará de portas abertas para receber você. Aproveite essa oportunidade e abrace um futuro de sucesso através de um dos cursos oferecidos por essa grande fonte de aprendizagem. Informe-se sobre a localização do SENAI-SP mais próximo da sua residência e fique pó dentro de todo o desenvolvimento tecnológico.
sábado, agosto 15, 2009
Nota explicativa sobre o site dojacuri
Considerações do autor
No decorrer do século XVIII, corajosos desbravadores dispostos a fazerem fortuna e história, penetraram campanhas e matanças traiçoeiras por todo o território brasileiro. Pequenos vilarejos serviam de pé de apoio para o avanço nas densas matas cheias de perigo e mistérios. Adentravam munidos de diferentes tipos de armas e muita coragem para devassar os perigos das brenhas e fincarem estacas em terras boas. Detrás de cada monte despontava um mundo ainda desconhecido e do alto das montanhas se discutia a localização de picos distantes. Era tudo terra boa, sabia-se pela vegetação. E que fauna e que flora encantadora! Até o sertão inóspito, habitat de feras excêntricas e águas e selva estranhas e perigosas, era um verdadeiro encanto e repleto de riquezas. E que riqueza! Que diversidade!
O mundo que se descortinava detrás de cada serra era terra sem dono, terra de ninguém, à espera de quem chegasse primeiro, fincasse o marco, deitasse posse, erguesse choças e o quanto antes se afazendasse melhor. Depois era só voltar à vila para se recuperar das longas andanças e registrar no livro da capela as posses conseguidas. Feito isso era só tratar de formar fazendas, o que era uma labuta árdua que durava anos a fio de trabalho duro, dia após dia, até se formar a fazenda tal, que depois teria povoados, depois vilas e cidades. Mas para um lugar chegar a ser nomeada cidade era preciso progresso de longo tempo de batalhas de diversas ordens.
O conquistador topou topo tipo de perigo nas selvas e nos sertões, mas as doenças foram o pior dentre deles.
O índio, dono natural da terra, ia sendo empurrado selva adentro para a escuridão das encostas da floresta úmida, longe se seus plantios e outros recursos de subsistência. Tribos inteiras eram abatidas, outras, a indiada era capturada, amansados e feitos escravos. Eram bons de carga no transporte de madeira, tinha ombros largos, agüentavam bem as toras de umiri e braúnas usado na construção dos barracões. As mulheres faziam roça, colheita, descascava mandioca e debulhava milho para a produção de farinha, tingiam a roupa dos brancos com tinta do pau-brasil...
Se tentassem fugir tinha o umbro implacável, cães de caça, ou a jagunçada para persegui-los. O bicho índio parecia gente, trabalhava como gente, compreendia como gente, viviam unidos como gente, mas gostavam de viver nus e se recusavam a dizer sim sinhô. Por isso foram obrigados a abandonar seu espaço e se embrenharem cada vez mais à procura de esconderijo e espaço propício para os seus.
Assim, às margens dos rios ia se formando a futura nação de brancos, os donos do mundo, daquele mundo. Mas não foi bem assim, pois com o tempo, as raças foram se misturando e inevitavelmente por conseqüência tornaram-se o que é; “escravos” brasileiros.
Está é uma história de conquistas, porém, de vidas ásperas, árduas, e muitas vezes cruéis; demasiadamente desumano e incompreensível. Não obstante, se comparado aos dias de hoje, atual e perceptível.
Os nomes, as datas e as situações são, em parte, verídico em documentos oficiais, mas as vidas das criaturas, também reais, são retraçadas sobre um ambiente imaginário adequado à memória do atual contador de histórias que relata tais fatos. São raros os documentos que comprovem a veracidade do passado dos que lhe interessa. Os nomes de alguns dos principais personagens dos tempos dos séculos idos foram modificados ou omitidos por incerteza quanto a veridicidade nas fontes de informações. Tais fatos, entretanto, aconteceram, vidas se desfizeram em vão, mártires e heróis surgiram e anonimamente cumpriram seus intrigantes propósitos e tiveram o desfecho que lhes impeliu o destino, e a quem queira é possível de se aprofundar na história.
A narrativa rememora a história das primordiais famílias de São José do Jacuri, a começar por um breve relato sobre os antepassados do primeiro morador, civilizado, e fundador do município; cito o Sr. Manuel Pereira do Nascimento, sobre o qual surgiu causo lendário sobre seu passado e a estranha enigmática alcunha de nego fujão. A história não terá um rumo traçado podendo, portanto hoje contar fatos do lugar ainda inabitável ou caso recente. com imagens e fotos de personalidades que circulam entre nós.
Portanto atente-se, você pode fazer parte dessa história.
_ Tem coisas do arco da velha, você nem imagina.
Quer saber? Clique no link http://sites.google.com/site/dojacuri
Posso contar?
No decorrer do século XVIII, corajosos desbravadores dispostos a fazerem fortuna e história, penetraram campanhas e matanças traiçoeiras por todo o território brasileiro. Pequenos vilarejos serviam de pé de apoio para o avanço nas densas matas cheias de perigo e mistérios. Adentravam munidos de diferentes tipos de armas e muita coragem para devassar os perigos das brenhas e fincarem estacas em terras boas. Detrás de cada monte despontava um mundo ainda desconhecido e do alto das montanhas se discutia a localização de picos distantes. Era tudo terra boa, sabia-se pela vegetação. E que fauna e que flora encantadora! Até o sertão inóspito, habitat de feras excêntricas e águas e selva estranhas e perigosas, era um verdadeiro encanto e repleto de riquezas. E que riqueza! Que diversidade!
O mundo que se descortinava detrás de cada serra era terra sem dono, terra de ninguém, à espera de quem chegasse primeiro, fincasse o marco, deitasse posse, erguesse choças e o quanto antes se afazendasse melhor. Depois era só voltar à vila para se recuperar das longas andanças e registrar no livro da capela as posses conseguidas. Feito isso era só tratar de formar fazendas, o que era uma labuta árdua que durava anos a fio de trabalho duro, dia após dia, até se formar a fazenda tal, que depois teria povoados, depois vilas e cidades. Mas para um lugar chegar a ser nomeada cidade era preciso progresso de longo tempo de batalhas de diversas ordens.
O conquistador topou topo tipo de perigo nas selvas e nos sertões, mas as doenças foram o pior dentre deles.
O índio, dono natural da terra, ia sendo empurrado selva adentro para a escuridão das encostas da floresta úmida, longe se seus plantios e outros recursos de subsistência. Tribos inteiras eram abatidas, outras, a indiada era capturada, amansados e feitos escravos. Eram bons de carga no transporte de madeira, tinha ombros largos, agüentavam bem as toras de umiri e braúnas usado na construção dos barracões. As mulheres faziam roça, colheita, descascava mandioca e debulhava milho para a produção de farinha, tingiam a roupa dos brancos com tinta do pau-brasil...
Se tentassem fugir tinha o umbro implacável, cães de caça, ou a jagunçada para persegui-los. O bicho índio parecia gente, trabalhava como gente, compreendia como gente, viviam unidos como gente, mas gostavam de viver nus e se recusavam a dizer sim sinhô. Por isso foram obrigados a abandonar seu espaço e se embrenharem cada vez mais à procura de esconderijo e espaço propício para os seus.
Assim, às margens dos rios ia se formando a futura nação de brancos, os donos do mundo, daquele mundo. Mas não foi bem assim, pois com o tempo, as raças foram se misturando e inevitavelmente por conseqüência tornaram-se o que é; “escravos” brasileiros.
Está é uma história de conquistas, porém, de vidas ásperas, árduas, e muitas vezes cruéis; demasiadamente desumano e incompreensível. Não obstante, se comparado aos dias de hoje, atual e perceptível.
Os nomes, as datas e as situações são, em parte, verídico em documentos oficiais, mas as vidas das criaturas, também reais, são retraçadas sobre um ambiente imaginário adequado à memória do atual contador de histórias que relata tais fatos. São raros os documentos que comprovem a veracidade do passado dos que lhe interessa. Os nomes de alguns dos principais personagens dos tempos dos séculos idos foram modificados ou omitidos por incerteza quanto a veridicidade nas fontes de informações. Tais fatos, entretanto, aconteceram, vidas se desfizeram em vão, mártires e heróis surgiram e anonimamente cumpriram seus intrigantes propósitos e tiveram o desfecho que lhes impeliu o destino, e a quem queira é possível de se aprofundar na história.
A narrativa rememora a história das primordiais famílias de São José do Jacuri, a começar por um breve relato sobre os antepassados do primeiro morador, civilizado, e fundador do município; cito o Sr. Manuel Pereira do Nascimento, sobre o qual surgiu causo lendário sobre seu passado e a estranha enigmática alcunha de nego fujão. A história não terá um rumo traçado podendo, portanto hoje contar fatos do lugar ainda inabitável ou caso recente. com imagens e fotos de personalidades que circulam entre nós.
Portanto atente-se, você pode fazer parte dessa história.
_ Tem coisas do arco da velha, você nem imagina.
Quer saber? Clique no link http://sites.google.com/site/dojacuri
Posso contar?
sábado, julho 25, 2009
Isso
Assim...
Sente como vibra
Na intimidade de nós
O pulsar do sexo
Como um fogo que arde
Com fome de fera
De uma fera atroz?
Devora a paisagem
Deixa o solo em chamas
E à ardência das cinzas
Nossa seiva inflama?
Explodem hastes e rebentos
Num prazer absoluto
E no tempo tão curto
A felicidade se derrama.
Sente como vibra
Na intimidade de nós
O pulsar do sexo
Como um fogo que arde
Com fome de fera
De uma fera atroz?
Devora a paisagem
Deixa o solo em chamas
E à ardência das cinzas
Nossa seiva inflama?
Explodem hastes e rebentos
Num prazer absoluto
E no tempo tão curto
A felicidade se derrama.
sábado, dezembro 27, 2008
segunda-feira, dezembro 22, 2008
Natal!!!!

Há dois mil anos, houve Alguém na face da terra que amou a humanidade como jamais ninguém amou.
Há dois mil anos houve Alguém que conhecia e respeitava as leis da vida, e para aqueles que O chamaram de subversivo Ele respondeu: "eu não vim destruir a lei, mas dar-lhe cumprimento."
Há dois mil anos houve Alguém que sabia que a humanidade se debateria em busca de soberania e poder e se precipitaria nos despenhadeiros das guerras cruéis e sangrentas, causando dor e sofrimento. Por isso Ele disse: "minha paz vos deixo, a minha paz vou dou."
Há dois mil anos houve Alguém que adivinhou que você, como indivíduo, deveria caminhar em busca da própria felicidade, e que, embora rodeado de pessoas, haveria momentos em que a solidão o visitaria. E por isso Ele falou: "nunca estareis a sós." "Vinde a mim"
Há dois mil anos houve Alguém que sabia que na escalada para Deus, em alguns momentos você se sentiria meio perdido, sem saber ao certo que caminho seguir. Foi por essa razão que Ele disse: "eu sou o caminho."
Há dois mil anos houve Alguém que conhecia as fraquezas humanas e entendia que densas nuvens se abateriam sobre as consciências dos seres, fazendo-os perder-se na noite escura dos próprios desatinos. Por isso Ele falou: "eu sou a luz do mundo".
Há dois mil anos houve Alguém que conhecia a intimidade das criaturas, adivinhava-lhes as angústias e as incertezas, sabia que muitas seriam as derrotas e que, depois do cansaço das lutas inglórias, buscariam uma rota segura. Por essa razão Ele disse: "eu sou o caminho, a verdade e a vida."
Há dois mil anos, houve Alguém que compreendia a fragilidade dos seus tutelados, que facilmente se deixariam levar pelo brilho das riquezas materiais e escorregariam nas armadilhas da desonra e da insensatez. Por essa razão Ele advertiu: "de nada adianta ao homem ganhar a vida e perder-se a si mesmo."
Há dois mil anos houve Alguém que conhecia a indocilidade do coração humano, que se tornaria presa fácil da prepotência e se comprometeria negativamente com os preconceitos e a soberba em nome de Deus, criando cadeias para a própria alma. E com ternura afirmou: "conhecereis a verdade e a verdade vos libertará."
Há dois mil anos houve Alguém que amou a humanidade como ninguém jamais amou...
E por saber que na intimidade de cada ser humano há uma centelha da chama divina, Ele disse: "brilhe a vossa luz."
E por conhecer a destinação de todos nós, falou: "sede perfeitos."
Conhecedor da nossa capacidade de preservar e dar sabor à vida, afirmou: "vós sois o sal da Terra."
Há dois mil anos houve Alguém que amou tanto a humanidade que voltou, após a morte, para que tivéssemos a certeza de que o túmulo não aniquila os nossos amores.
E esse Alguém não impôs nada a ninguém. Deixou apenas um convite: "quem quiser vir após mim, tome a sua cruz, negue-se a si mesmo, e siga-me."
Esse Espírito ficou conhecido na Terra pelo nome de Jesus, o Cristo.
Habita mundos sublimes, onde a felicidade suprema é uma realidade, e mesmo assim continua amparando e socorrendo Seus irmãos, independente de crença, raça, posição social ou cultura, pois como Ele mesmo afirmou: "nenhuma das ovelhas que o Pai me confiou se perderá."
Os dias passam tão rapidamente que nem nos damos conta, e já é Natal outra vez...
E de Natal em Natal, chegamos ao último Natal do século, ao último Natal do milênio...
Por essa razão vale a pena meditar, com seriedade, sobre os ensinos que esse Alguém nos deixou, há dois mil anos...
quinta-feira, junho 26, 2008
Sabes amar???

Sabes amar ?
Eu estou aprendendo. Estou aprendendo a aceitar as pessoas, mesmo quando elas me desapontam. Quando fogem do ideal que tenho para elas, quando me ferem com palavras ásperas ou ações impensadas. É difícil aceitar as pessoas assim como elas são, não como eu desejo que elas sejam. É difícil, muito difícil, mas estou aprendendo. Estou aprendendo a amar. Estou aprendendo a escutar, escutar com os olhos e ouvidos, escutar com a alma e com todos os sentidos. Escutar o que diz o coração, o que dizem os ombros caídos, os olhos, as mãos irrequietas. Escutar a mensagem que se esconde por entre as palavras corriqueiras, superficiais; Descobrir a angústia disfarçada, a insegurança mascarada, a solidão encoberta. Penetrar o sorriso fingido, a alegria simulada, a vangloria exagerada. Descobrir a dor de cada coração. Aos poucos, estou aprendendo a amar. Estou aprendendo a perdoar. Pois o amor perdoa, lança fora as magoas,e apaga as cicatrizes que a incompreensão e insensibilidade gravaram no coração ferido. O amor não alimenta magoas com pensamentos dolorosos. Não cultiva ofensas com lástimas e autocomiseração. O amor perdoa, esquece, extingue todos os traços de dor no coração. Passo a passo, Estou aprendendo a perdoar , a amar . Estou aprendendo a descobrir o valor que se encontra dentro de cada vida, de todos as vidas. Valor soterrado pela rejeição, pela falta de compreensão, carinho e aceitação, pelas experiências duras Vividas ao longo dos anos. Estou aprendendo a ver, nas pessoas a sua alma e as possibilidades que Deus lhes deu. Estou aprendendo. Mas como é lenta a aprendizagem ! Como , é difícil amar, amar como Cristo amou ! Todavia, tropeçando, errando, estou aprendendo... Aprendendo a pôr de lado as minhas próprias dores, Meus interesses, minha ambição, meu orgulho quando estes impedem o bem-estar e a felicidade de alguém ! Como é duro amar !Eu estou aprendendo.
E tu?
SABES AMAR?
domingo, maio 25, 2008
Beijo-te...
Beijo tua mão
Mirando tua boca,
Para meu ego é o máximo
Pela coragem pouca;
Para o desejo, entretanto, a vontade é outra.
Tu, porém, dizes:
“Atitude louca!”
Mentes.
Os teus brancos seios...
Que meu olhar devora
Cubro-os com um calor perfumado
Do amor que evapora.
Meu olhar me denuncia
E o teu, atento, me extasia e apavora.
E esse teu perfume,
Sol,
A essa hora da manhã,
Aos primeiros raios,
Perfume de flor_ mulher_
E virgindade feminina,
Só nossa presença sabe a fórmula e o produz
Nessa flor sensual
De sexo se abrindo
De forma lenta e continua.
Lava sangüínea...
Gosto de ler-te
Decifrar-te
De ensaiar poesia.
Cifras e códigos,
Livros, dicionários, suportes
Para a sensibilidade ativa.
A alma pré-disposta a dores ou alegrias,
Nesses dias de nevoeiro,
Formula-te em cores e cheiro...
Numa paisagem vazia...
Gosto de namorar-te...
Na falta de tudo isso leio,
Apenas leio,
Nas páginas brancas e frias...
Dos teus brancos seios que meu olhar devora
Junto aos raios do sol atrevido
Que os desperta e os aflora...
Em festa de recreio; vão.
Vão lágrimas do teu e do meu desejo
Doce saliva de beijo
Que escorrem entre eles por teu ventre afora;
E escorrem e embebedem
Por teu ventre
Por teu sexo róseo
Rosa rosa roça
Que grita por mim
Jardineiro e jardim
E você o ignora
Úmido, úmida, alaga-se e margea
À margem da flor que se incendeia.
Toda nuvem gera tempestade...
Já o sol se decompõe
Desintegra-se em pedaços ardentes
Dissolve-se em luz linear
Para tocar teu corpo;
Mais tarde se auto-recompõe
Desse desafio milenar
Para ter novamente o prazer de te tocar,
Enquanto meus olhos nublados te perdem
Te somem
Te comem
Te lambem
Te bebem
E cegos
Dormem... In darkness!
Beijo tuas mãos...
Mirando tua boca,
Para meu ego é o máximo
Pela coragem pouca;
Para o desejo, entretanto, a vontade é outra.
Tu, porém, dizes:
“Atitude louca!”
Mentes.
Os teus brancos seios...
Que meu olhar devora
Cubro-os com um calor perfumado
Do amor que evapora.
Meu olhar me denuncia
E o teu, atento, me extasia e apavora.
E esse teu perfume,
Sol,
A essa hora da manhã,
Aos primeiros raios,
Perfume de flor_ mulher_
E virgindade feminina,
Só nossa presença sabe a fórmula e o produz
Nessa flor sensual
De sexo se abrindo
De forma lenta e continua.
Lava sangüínea...
Gosto de ler-te
Decifrar-te
De ensaiar poesia.
Cifras e códigos,
Livros, dicionários, suportes
Para a sensibilidade ativa.
A alma pré-disposta a dores ou alegrias,
Nesses dias de nevoeiro,
Formula-te em cores e cheiro...
Numa paisagem vazia...
Gosto de namorar-te...
Na falta de tudo isso leio,
Apenas leio,
Nas páginas brancas e frias...
Dos teus brancos seios que meu olhar devora
Junto aos raios do sol atrevido
Que os desperta e os aflora...
Em festa de recreio; vão.
Vão lágrimas do teu e do meu desejo
Doce saliva de beijo
Que escorrem entre eles por teu ventre afora;
E escorrem e embebedem
Por teu ventre
Por teu sexo róseo
Rosa rosa roça
Que grita por mim
Jardineiro e jardim
E você o ignora
Úmido, úmida, alaga-se e margea
À margem da flor que se incendeia.
Toda nuvem gera tempestade...
Já o sol se decompõe
Desintegra-se em pedaços ardentes
Dissolve-se em luz linear
Para tocar teu corpo;
Mais tarde se auto-recompõe
Desse desafio milenar
Para ter novamente o prazer de te tocar,
Enquanto meus olhos nublados te perdem
Te somem
Te comem
Te lambem
Te bebem
E cegos
Dormem... In darkness!
Beijo tuas mãos...
sexta-feira, março 21, 2008
O que importa mais????

Você se importa com a opinião que os outros têm a seu respeito? Se a sua resposta for não, então você é uma pessoa que sabe de si mesma. Que se conhece. É auto-suficiente. No entanto, se a opinião dos outros sobre você é decisiva, vamos pensar um pouco sobre o quanto isso pode lhe ser prejudicial. O primeiro sintoma de alguém que está sob o jugo da opinião alheia, é a dependência de elogios. Se ninguém disser que o seu cabelo, a sua roupa, ou outro detalhe qualquer está bem, a pessoa não se sente segura. Se alguém lhe diz que está com aparência de doente, a pessoa se sente amolentada e logo procura um médico. Se ouve alguém dizer que está gorda, desesperadamente tenta diminuir peso. Mas se disserem que é bonita, inteligente, esperta, ela também acredita. Se lhe dizem que é feia, a pessoa se desespera. Principalmente se não tem condições de reparar a suposta feiúra com cirurgia plástica. Existem pessoas que ficam o tempo todo à procura de alguém que lhes diga algo que as faça se sentir seguras, mesmo que esse alguém não as conheça bem. Há pessoas que dependem da opinião alheia e se infelicitam na tentativa de agradar sempre. São mulheres que aumentam ou diminuem seios, lábios, bochechas, nariz, para agradar seu pretendido. Como se isso fosse garantir o seu amor. São homens que fazem implante de cabelo, modificam dentes, queixo, nariz, malham até à exaustão, para impressionar a sua eleita. E, quando essas pessoas, inseguras e dependentes, não encontram ninguém que as elogie, que lhes diga o que desejam ouvir, se infelicitam e, não raro, caem em depressão. Não se dão conta de que a opinião dos outros é superficial e leviana, pois geralmente não conhecem as pessoas das quais falam. Para que você seja realmente feliz, aprenda a se conhecer e a se aceitar como você é. Não acredite em tudo o que falam a seu respeito. Não se deixe impressionar com falsos elogios, nem com críticas infundadas. Seja você. Descubra o que tem de bom em sua intimidade e valorize-se. Ninguém melhor do que você para saber o que se passa na sua alma. Procure estar bem com a sua consciência, sem neurose de querer agradar os outros, pois os outros nem sempre dão valor aos seus esforços. A meditação é excelente ferramenta de auto-ajuda. Mergulhar nas profundezas da própria alma em busca de si mesmo é arte que merece atenção e dedicação. Quando a pessoa se conhece, podem emitir dela as opiniões mais contraditórias que ela não se deixa impressionar, nem iludir, pois sabe da sua realidade. Nesses dias em que as mídias tentam criar protótipos de beleza física, e enaltecer a juventude do corpo como único bem que merece investimento, não se deixe iludir. Você vale pelo que é, e não pelo que tem ou aparenta ser. A verdadeira beleza é a da alma. A eterna juventude é atributo do espírito imortal. O importante mesmo, é que você se goste. Que você se respeite. Que se cuide e se sinta bem. A opinião de alguém só deve fazer sentido e ter peso, se esse alguém estiver realmente interessado na sua felicidade e no seu bem-estar.
Nenhuma opinião que emitam sobre você, deve provocar tristeza ou alegria em demasia. Os elogios levianos não acrescentam nada além do que você é, e as críticas negativas não tornarão você pior. Busque o autoconhecimento e aprenda a desenvolver a auto-estima. Mas lembre-se: seja exigente para consigo, e indulgente para com os outros. Eis uma fórmula segura para que você encontre a autoconfiança e a segurança necessárias ao seu bem-estar efetivo. E jamais esqueça que a verdadeira elegância é a do caráter, que procede da alma justa e nobre. Pense nisso, e liberte-se do jugo da opinião dos outros.
Nenhuma opinião que emitam sobre você, deve provocar tristeza ou alegria em demasia. Os elogios levianos não acrescentam nada além do que você é, e as críticas negativas não tornarão você pior. Busque o autoconhecimento e aprenda a desenvolver a auto-estima. Mas lembre-se: seja exigente para consigo, e indulgente para com os outros. Eis uma fórmula segura para que você encontre a autoconfiança e a segurança necessárias ao seu bem-estar efetivo. E jamais esqueça que a verdadeira elegância é a do caráter, que procede da alma justa e nobre. Pense nisso, e liberte-se do jugo da opinião dos outros.
sexta-feira, janeiro 25, 2008
O deus que há em mim
Eu,
Me arrastando pelas ruas,
Carregando minha cruz,
Assoviando, vou,
Cabeça erguida mirando o horizonte.
Os olhares sobre mim...
Holofotes!
Pra onde?
Não sei a que distancia reflete meu brilho
Tampouco a dimensão do meu universo,
Sei, porém, que são reflexos de reflexos
No mais alto grau dos seus reversos.
Minha imagem é minha imagem;
Para tudo e todos sou eu
_ O que assobia melodia _folclórica ou Rock-roll_
Tendo no peito a dissonante cantiga, na voz,
Do incrível astro que sou;
O que chora harmoniosamente,
Harmonicamente, acaricia a alegria que rói;
E no íntimo constrói o destino
No qual se conduz
E pelo qual se destrói _
Sou o que sou.
O que seria viver senão isso:
Acariciar o próprio destino,
Cantar para dor,
Ninar os fantasmas,
Aquecer os ectoplasmas
Para assim sentir e tornar visível,
Com toda intensidade,
A fluência borbulhante do amor?
Sob o frescor da chuva de gotas douradas
Que reluz e se multiplicam em cores e formas,
A todo tempo,
Nas flores... calçadas,
Meu dorso;
Onde meus olhos e outros olhos miram
E buscam o que buscam
Na complexidade do nada,
Enquanto o sol nos espia, discreto,
Espia,
Detrás de montes nubígenos,
O maestro que dita o compasso,
Passo a passo, sua harmonia, o tom,
Ao peso da cruz-guia
O espaço para a alma cansada.
Até onde percorrer o caminho obscuro?
Parar num sinal antes de atravessar a rua...
Decidir o que fazer com o muro.
Eu vou, me arrastando pela rua, mas vou!
Talvez não fique nenhum rastro;
Talvez eu não seja maestro, tampouco astro;
Talvez eu não seja eu...
Mas minha cruz é real! e somos unos
Unificados no amor místico e carnal
_ leves reflexos; leve.
Me arrastando pelas ruas,
Carregando minha cruz,
Assoviando, vou,
Cabeça erguida mirando o horizonte.
Os olhares sobre mim...
Holofotes!
Pra onde?
Não sei a que distancia reflete meu brilho
Tampouco a dimensão do meu universo,
Sei, porém, que são reflexos de reflexos
No mais alto grau dos seus reversos.
Minha imagem é minha imagem;
Para tudo e todos sou eu
_ O que assobia melodia _folclórica ou Rock-roll_
Tendo no peito a dissonante cantiga, na voz,
Do incrível astro que sou;
O que chora harmoniosamente,
Harmonicamente, acaricia a alegria que rói;
E no íntimo constrói o destino
No qual se conduz
E pelo qual se destrói _
Sou o que sou.
O que seria viver senão isso:
Acariciar o próprio destino,
Cantar para dor,
Ninar os fantasmas,
Aquecer os ectoplasmas
Para assim sentir e tornar visível,
Com toda intensidade,
A fluência borbulhante do amor?
Sob o frescor da chuva de gotas douradas
Que reluz e se multiplicam em cores e formas,
A todo tempo,
Nas flores... calçadas,
Meu dorso;
Onde meus olhos e outros olhos miram
E buscam o que buscam
Na complexidade do nada,
Enquanto o sol nos espia, discreto,
Espia,
Detrás de montes nubígenos,
O maestro que dita o compasso,
Passo a passo, sua harmonia, o tom,
Ao peso da cruz-guia
O espaço para a alma cansada.
Até onde percorrer o caminho obscuro?
Parar num sinal antes de atravessar a rua...
Decidir o que fazer com o muro.
Eu vou, me arrastando pela rua, mas vou!
Talvez não fique nenhum rastro;
Talvez eu não seja maestro, tampouco astro;
Talvez eu não seja eu...
Mas minha cruz é real! e somos unos
Unificados no amor místico e carnal
_ leves reflexos; leve.
sábado, janeiro 19, 2008
À minha querida Márcia Sá _ Olhandosomentepravocê
– Em busca da sua estrela...
A mulher que eu amo
Amo, não sei porque amo
Só sei que amo.
Amo assim:
Inconsciente da proporção
Consciente da emoção
Indiferente às conseqüências.
Amo apenas, porque apenas amo.
Do amor já sentido
No peito acolhido
Qual perfume impregnado n’alma, amo
Esse amor brisa permanente
Independente de tempo
A mim me conforta e acalma.
Quem me dera ser poeta
Para esse amor cantar
Como cigarras e grilos cantam
No uníssono ritmo de amar
Cantam, cantam, cantam...
Pelo simples prazer de cantar.
Essa é uma simples homenagem à Márcia Sá _ meu grande mor.
Feliz aniversário, querida. Felicidades!
A mulher que eu amo
Amo, não sei porque amo
Só sei que amo.
Amo assim:
Inconsciente da proporção
Consciente da emoção
Indiferente às conseqüências.
Amo apenas, porque apenas amo.
Do amor já sentido
No peito acolhido
Qual perfume impregnado n’alma, amo
Esse amor brisa permanente
Independente de tempo
A mim me conforta e acalma.
Quem me dera ser poeta
Para esse amor cantar
Como cigarras e grilos cantam
No uníssono ritmo de amar
Cantam, cantam, cantam...
Pelo simples prazer de cantar.
Essa é uma simples homenagem à Márcia Sá _ meu grande mor.
Feliz aniversário, querida. Felicidades!
quinta-feira, janeiro 10, 2008
Enfim, pensemos que cada dia, é um dia especial.

Era com muita dor que aquele homem retirava do guarda roupas um frasco de perfume francês com o qual presenteara sua esposa quando da sua última viagem ao exterior.
Isto, disse ele, é uma das coisas que ela estava guardando para uma ocasião especial.
Bem, acho que agora é a ocasião, falou demonstrando profunda amargura.
Segurou o frasco com carinho e colocou-o na cama junto com os demais objetos que havia separado para levar à funerária.
Olhou consternado para os pertences guardados, fechou a porta do armário, virou-se para os demais familiares que estavam com ele e disse-lhes com voz embargada:
"Nunca guardem nada para uma ocasião especial, já que podemos criar a cada dia uma ocasião muito especial."
Independente do valor e do significado dos objetos, muitos de nós temos os nossos guardados para ocasiões especiais.
São as peças presenteadas por ocasião do casamento, roupas adquiridas para esse fim, salas reservadas para essas circunstâncias.
Alguns de nós chegamos a ficar neuróticos só de pensar em deixar os filhos brincar na sala de visitas, pois temos que preservá-la intacta para uma ocasião especial, para receber visitas especiais, como se eles não o fossem.
São todas essas coisas que perdem totalmente o valor quando a ocasião especial é a do funeral de um ente querido.
Um filho que se vai, sem que o tenhamos deixado tomar café naquela xícara rara que herdamos da nossa bisavó.
O esposo que se despede sem poder contemplar a esposa vestindo a lingerie nova que lhe deu de presente no último aniversário de casamento.
No campo dos sentimentos também costumamos fazer as nossas economias para ocasiões especiais.
É aquela frase mágica que estamos guardando para dizer num dia muito especial...
Uma declaração de amor que estamos preparando para dizer quando as circunstâncias forem propícias...
Um gesto de carinho que evitamos hoje, por julgar que a pessoa ainda não está preparada para receber.
Um pedido de perdão que estamos adiando para um dia que nunca chega...
A carta a um amigo que não vemos há tempos, pedindo notícias.
A conversa amistosa com alguém que nos considera um inimigo, a fim de esclarecer dúvidas e resolver pendências, enquanto estamos a caminho, como aconselhou Jesus.
Enfim, pensemos que cada dia, é um dia especial.
Cada hora é uma hora muito especial...
Cada segundo, é um tempo especial para se criar uma ocasião perfeita e fazer tudo o que deve ser feito.
Não vale a pena economizar as coisas boas. É preciso viver intensamente cada fração de tempo que Deus nos permite estar em contato com as pessoas que nos rodeiam.
Isto, disse ele, é uma das coisas que ela estava guardando para uma ocasião especial.
Bem, acho que agora é a ocasião, falou demonstrando profunda amargura.
Segurou o frasco com carinho e colocou-o na cama junto com os demais objetos que havia separado para levar à funerária.
Olhou consternado para os pertences guardados, fechou a porta do armário, virou-se para os demais familiares que estavam com ele e disse-lhes com voz embargada:
"Nunca guardem nada para uma ocasião especial, já que podemos criar a cada dia uma ocasião muito especial."
Independente do valor e do significado dos objetos, muitos de nós temos os nossos guardados para ocasiões especiais.
São as peças presenteadas por ocasião do casamento, roupas adquiridas para esse fim, salas reservadas para essas circunstâncias.
Alguns de nós chegamos a ficar neuróticos só de pensar em deixar os filhos brincar na sala de visitas, pois temos que preservá-la intacta para uma ocasião especial, para receber visitas especiais, como se eles não o fossem.
São todas essas coisas que perdem totalmente o valor quando a ocasião especial é a do funeral de um ente querido.
Um filho que se vai, sem que o tenhamos deixado tomar café naquela xícara rara que herdamos da nossa bisavó.
O esposo que se despede sem poder contemplar a esposa vestindo a lingerie nova que lhe deu de presente no último aniversário de casamento.
No campo dos sentimentos também costumamos fazer as nossas economias para ocasiões especiais.
É aquela frase mágica que estamos guardando para dizer num dia muito especial...
Uma declaração de amor que estamos preparando para dizer quando as circunstâncias forem propícias...
Um gesto de carinho que evitamos hoje, por julgar que a pessoa ainda não está preparada para receber.
Um pedido de perdão que estamos adiando para um dia que nunca chega...
A carta a um amigo que não vemos há tempos, pedindo notícias.
A conversa amistosa com alguém que nos considera um inimigo, a fim de esclarecer dúvidas e resolver pendências, enquanto estamos a caminho, como aconselhou Jesus.
Enfim, pensemos que cada dia, é um dia especial.
Cada hora é uma hora muito especial...
Cada segundo, é um tempo especial para se criar uma ocasião perfeita e fazer tudo o que deve ser feito.
Não vale a pena economizar as coisas boas. É preciso viver intensamente cada fração de tempo que Deus nos permite estar em contato com as pessoas que nos rodeiam.
As palavras de carinho que deixamos de dizer...
As promessas que deixamos de cumprir...
As flores que deixamos de ofertar...
A mensagem de esperança que não espalhamos...
De tudo isso poderemos nos arrepender amargamente quando, numa ocasião especial, estivermos partindo deste mundo, ou nos despedindo de alguém que parte.
As promessas que deixamos de cumprir...
As flores que deixamos de ofertar...
A mensagem de esperança que não espalhamos...
De tudo isso poderemos nos arrepender amargamente quando, numa ocasião especial, estivermos partindo deste mundo, ou nos despedindo de alguém que parte.
domingo, dezembro 16, 2007
Como inútil taça cheia _ Fernando Pessoa
Como inútil taça cheia
Que ninguém ergue da mesa,
Transborda de dor alheia
Meu coração sem tristeza.
Sonhos de mágoa figura
Só para Ter que sentir
E assim não tem a amargura
Que se temeu a fingir.
Ficção num palco sem tábuas
Vestida de papel seda
Mima uma dança de mágoas
Para que nada suceda.
Que ninguém ergue da mesa,
Transborda de dor alheia
Meu coração sem tristeza.
Sonhos de mágoa figura
Só para Ter que sentir
E assim não tem a amargura
Que se temeu a fingir.
Ficção num palco sem tábuas
Vestida de papel seda
Mima uma dança de mágoas
Para que nada suceda.
domingo, novembro 25, 2007
NÃO ESPERE ACONTECER
Certa vez, minha amiga Márcia Disse:
ERA UMA VEZ UMA *E*S*T*R*E*L*A* QUE POSSUÍA UMA LARGA EXTENSÃO DE *E*S*T*R*E*L*A*S*.
HABITUADO A CAMINHAR PELO SEU REINO, CERTA OCASIÃO O SOBERANO IRRITOU-SE COM A ASPEREZA DO SOLO QUE LHE FERIA OS PÉS.
DETERMINOU QUE TODAS AS ESTRADAS E TODOS OS CAMINHOS FOSSEM COBERTOS POR MACIOS E BELOS TAPETES.
TODOS OS SÚDITOS SE EMPENHARAM EM REALIZAR A LOUCA E DIFÍCIL TAREFA IMPOSTA PELO MONARCA.
PASSARAM-SE ALGUNS ANOS SEM QUE O TRABALHO PUDESSE SER CONCLUÍDO.
UM DIA, O EXIGENTE SOBERANO, TOMADO POR UMA FEBRE VIOLENTA, ACABOU MORRENDO SEM VER SEU DESEJO REALIZAR-SE.
UM VELHO SÁBIO, AO TOMAR CONHECIMENTO DAQUELA ESTRANHA HISTÓRIA, COMENTOU: "POBRE REI!
MORREU SEM CONCRETIZAR SEU SONHO E SEM SABER O QUÃO FÁCIL ISSO PODERIA TER SIDO!
"ANTE A SURPRESA E A DISCORDÂNCIA MANIFESTADA POR AQUELES QUE O OUVIAM, ESCLARECEU:
"SE O REI NÃO QUERIA FERIR-SE COM A ASPEREZA DOS SOLOS, BASTARIA QUE CORTASSE DOIS PEDACINHOS DE TAPETE E OS COLASSE NA SOLA DE SEUS PRÓPRIOS PÉS.
SE ASSIM TIVESSE AGIDO, PARA ELE, TODO O SEU REINO SERIA ACARPETADO. CRÍTICOS SAGAZES, SOMOS HÁBEIS EM TECER COMENTÁRIOS CRUÉIS A RESPEITO DE PESSOAS E DE SITUAÇÕES.
SOMOS ÁGEIS EM RELACIONAR O QUE NÃO NOS AGRADA NOS NOS MAIS DIVERSOS LUGARES E AMBIENTES.
TEMOS OLHOS DE ÁGUIA PARA CRITICAR E CONDENAR. ESTABELECEMOS LISTAS INFINDÁVEIS DE COISAS A SEREM MELHORADAS E CORRIGIDAS PELOS OUTROS.
TEMOS A CONVICÇÃO DE QUE "SE NÃO FOSSE PELOS ERROS DOS OUTROS O MUNDO PODERIA SER MUITO MELHOR."
AGIMOS COMO SE FÔSSEMOS MEROS ESPECTADORES E COMO SE NÃO NOS COUBESSE QUALQUER RESPONSABILIDADE PERANTE A VIDA. ESPERAMOS QUE AS COISAS SE RESOLVESSEM POR SI SÓ, OU AINDA, QUE AS OUTRAS PESSOAS FAÇAM ALGO POR NÓS.
QUEREMOS UM MUNDO ONDE AS ESTRADAS SEJAM ACARPETADAS PARA GARANTIR MACIEZ AOS NOSSOS PÉS. MAS, ESPERAMOS QUE OS OUTROS COBRISSEM NOSSOS CAMINHOS COM BELOS E RICOS TAPETES.
DELEGAMOS AO RESTO DA HUMANIDADE A RESPONSABILIDADE POR TODA A NOSSA DESDITA E PELA NOSSA VENTURA.
EM VIRTUDE DISSO, VEMO-NOS DESTINADOS A RECLAMAR INFINITAMENTE PELA NÃO REALIZAÇÃO DE NOSSOS SONHOS.
SONHOS ESSES QUE TERIAM GRANDES CHANCES DE SE CONCRETIZAR SE NOS DISPUSÉSSEMOS A FAZER A PARTE QUE NOS CABE. NÃO AGUARDEMOS PELA INICIATIVA DOS QUE NOS CERCAM NA REALIZAÇÃO DO QUE A TODOS COMPETE EFETUAR.
QUEM CRUZA OS BRAÇOS EM FUNÇÃO DA INÉRCIA ALHEIA, CONFUNDE-SE NA MULTIDÃO DOS QUE NADA FAZEM.
RESPONSABILIZAR OS OUTROS NÃO PRODUZ NADA DE ÚTIL. APONTAR EQUÍVOCOS ALHEIOS NÃO NOS AUTORIZA A IGNORAR OS NOSSOS PRÓPRIOS. SER CAPAZ DE RECLAMAR NÃO NOS APRIMORA, NEM GARANTE A CORREÇÃO DAS FALHAS QUE APURAMOS.
ABANDONEMOS A ACOMODAÇÃO QUE HÁ TANTO NOS ACOMPANHA E LIVREMO-NOS DAS GARRAS DA PREGUIÇA QUE NOS ALICIA.
TENHAMOS DISPOSIÇÃO PARA FAZER O QUE NOSSO CONHECIMENTO E NOSSA CAPACIDADE NOS PERMITEM. POUCO A POUCO, A GOTA CORROMPE A PEDRA.O RAIO DAS *E*S*T*R*E*L*A*S* VENCE A ESCURIDÃO.
O VENTO MOVE A MONTANHA E ESCULPE AS ROCHAS. DEMONSTRA A NATUREZA QUE CADA QUAL DETÉM A POSSIBILIDADE DE ALTERAR O QUE PARECE IMUTÁVEL.
CADA UM, SINGELA E CONSTANTEMENTE AGINDO, PODE MARCAR A FACE DA HISTÓRIA E TRANSFORMAR O RUMO DA VIDA. ATOS SIMPLES QUE NÃO EXIGIRÃO HEROÍSMO, NEM BRAVURA, DE NENHUM DE NÓS.
ATOS COTIDIANOS E APARENTEMENTE BANAIS, MAS QUE, EM VERDADE, INTEGRAM A MISSÃO INDIVIDUAL DE CADA UM PERANTE DEUS.
_ Minha amiga disse, e eu acredito.
ERA UMA VEZ UMA *E*S*T*R*E*L*A* QUE POSSUÍA UMA LARGA EXTENSÃO DE *E*S*T*R*E*L*A*S*.
HABITUADO A CAMINHAR PELO SEU REINO, CERTA OCASIÃO O SOBERANO IRRITOU-SE COM A ASPEREZA DO SOLO QUE LHE FERIA OS PÉS.
DETERMINOU QUE TODAS AS ESTRADAS E TODOS OS CAMINHOS FOSSEM COBERTOS POR MACIOS E BELOS TAPETES.
TODOS OS SÚDITOS SE EMPENHARAM EM REALIZAR A LOUCA E DIFÍCIL TAREFA IMPOSTA PELO MONARCA.
PASSARAM-SE ALGUNS ANOS SEM QUE O TRABALHO PUDESSE SER CONCLUÍDO.
UM DIA, O EXIGENTE SOBERANO, TOMADO POR UMA FEBRE VIOLENTA, ACABOU MORRENDO SEM VER SEU DESEJO REALIZAR-SE.
UM VELHO SÁBIO, AO TOMAR CONHECIMENTO DAQUELA ESTRANHA HISTÓRIA, COMENTOU: "POBRE REI!
MORREU SEM CONCRETIZAR SEU SONHO E SEM SABER O QUÃO FÁCIL ISSO PODERIA TER SIDO!
"ANTE A SURPRESA E A DISCORDÂNCIA MANIFESTADA POR AQUELES QUE O OUVIAM, ESCLARECEU:
"SE O REI NÃO QUERIA FERIR-SE COM A ASPEREZA DOS SOLOS, BASTARIA QUE CORTASSE DOIS PEDACINHOS DE TAPETE E OS COLASSE NA SOLA DE SEUS PRÓPRIOS PÉS.
SE ASSIM TIVESSE AGIDO, PARA ELE, TODO O SEU REINO SERIA ACARPETADO. CRÍTICOS SAGAZES, SOMOS HÁBEIS EM TECER COMENTÁRIOS CRUÉIS A RESPEITO DE PESSOAS E DE SITUAÇÕES.
SOMOS ÁGEIS EM RELACIONAR O QUE NÃO NOS AGRADA NOS NOS MAIS DIVERSOS LUGARES E AMBIENTES.
TEMOS OLHOS DE ÁGUIA PARA CRITICAR E CONDENAR. ESTABELECEMOS LISTAS INFINDÁVEIS DE COISAS A SEREM MELHORADAS E CORRIGIDAS PELOS OUTROS.
TEMOS A CONVICÇÃO DE QUE "SE NÃO FOSSE PELOS ERROS DOS OUTROS O MUNDO PODERIA SER MUITO MELHOR."
AGIMOS COMO SE FÔSSEMOS MEROS ESPECTADORES E COMO SE NÃO NOS COUBESSE QUALQUER RESPONSABILIDADE PERANTE A VIDA. ESPERAMOS QUE AS COISAS SE RESOLVESSEM POR SI SÓ, OU AINDA, QUE AS OUTRAS PESSOAS FAÇAM ALGO POR NÓS.
QUEREMOS UM MUNDO ONDE AS ESTRADAS SEJAM ACARPETADAS PARA GARANTIR MACIEZ AOS NOSSOS PÉS. MAS, ESPERAMOS QUE OS OUTROS COBRISSEM NOSSOS CAMINHOS COM BELOS E RICOS TAPETES.
DELEGAMOS AO RESTO DA HUMANIDADE A RESPONSABILIDADE POR TODA A NOSSA DESDITA E PELA NOSSA VENTURA.
EM VIRTUDE DISSO, VEMO-NOS DESTINADOS A RECLAMAR INFINITAMENTE PELA NÃO REALIZAÇÃO DE NOSSOS SONHOS.
SONHOS ESSES QUE TERIAM GRANDES CHANCES DE SE CONCRETIZAR SE NOS DISPUSÉSSEMOS A FAZER A PARTE QUE NOS CABE. NÃO AGUARDEMOS PELA INICIATIVA DOS QUE NOS CERCAM NA REALIZAÇÃO DO QUE A TODOS COMPETE EFETUAR.
QUEM CRUZA OS BRAÇOS EM FUNÇÃO DA INÉRCIA ALHEIA, CONFUNDE-SE NA MULTIDÃO DOS QUE NADA FAZEM.
RESPONSABILIZAR OS OUTROS NÃO PRODUZ NADA DE ÚTIL. APONTAR EQUÍVOCOS ALHEIOS NÃO NOS AUTORIZA A IGNORAR OS NOSSOS PRÓPRIOS. SER CAPAZ DE RECLAMAR NÃO NOS APRIMORA, NEM GARANTE A CORREÇÃO DAS FALHAS QUE APURAMOS.
ABANDONEMOS A ACOMODAÇÃO QUE HÁ TANTO NOS ACOMPANHA E LIVREMO-NOS DAS GARRAS DA PREGUIÇA QUE NOS ALICIA.
TENHAMOS DISPOSIÇÃO PARA FAZER O QUE NOSSO CONHECIMENTO E NOSSA CAPACIDADE NOS PERMITEM. POUCO A POUCO, A GOTA CORROMPE A PEDRA.O RAIO DAS *E*S*T*R*E*L*A*S* VENCE A ESCURIDÃO.
O VENTO MOVE A MONTANHA E ESCULPE AS ROCHAS. DEMONSTRA A NATUREZA QUE CADA QUAL DETÉM A POSSIBILIDADE DE ALTERAR O QUE PARECE IMUTÁVEL.
CADA UM, SINGELA E CONSTANTEMENTE AGINDO, PODE MARCAR A FACE DA HISTÓRIA E TRANSFORMAR O RUMO DA VIDA. ATOS SIMPLES QUE NÃO EXIGIRÃO HEROÍSMO, NEM BRAVURA, DE NENHUM DE NÓS.
ATOS COTIDIANOS E APARENTEMENTE BANAIS, MAS QUE, EM VERDADE, INTEGRAM A MISSÃO INDIVIDUAL DE CADA UM PERANTE DEUS.
_ Minha amiga disse, e eu acredito.
segunda-feira, novembro 12, 2007
APRENDI ... Da minha amiga Ros@ne
Que não sei quase nada
Que sempre precisarei aprender
Que a vida é muito curta
E que não há tempo a perder.
PERCEBI
Que nem tudo é possível
Que às vezes é difícil sorrir
Que a vida faz jogo duro
Mas que eu não vou desistir
ENTENDI
Que quando sofro eu aprendo
Que a dor me ensina a viver
Que a vida é um lindo caminho
No qual iremos crescer
DESCOBRI
Que não é fácil viver
Que o destino nos reserva dor
Mas que a tristeza termina
Onde começa o amor...
Te desejo uma semana recheada de coisas boas....
Mil beijos...
Ro...
Que sempre precisarei aprender
Que a vida é muito curta
E que não há tempo a perder.
PERCEBI
Que nem tudo é possível
Que às vezes é difícil sorrir
Que a vida faz jogo duro
Mas que eu não vou desistir
ENTENDI
Que quando sofro eu aprendo
Que a dor me ensina a viver
Que a vida é um lindo caminho
No qual iremos crescer
DESCOBRI
Que não é fácil viver
Que o destino nos reserva dor
Mas que a tristeza termina
Onde começa o amor...
Te desejo uma semana recheada de coisas boas....
Mil beijos...
Ro...
domingo, novembro 11, 2007
Não Consentem - Ricardo Reis
Não consentem os deuses mais que a vida.
Tudo pois refusemos, que nos alce
A irrespiráveis píncaros, Perenes sem ter flores.
Só de aceitar tenhamos a ciência,
E, enquanto bate o sangue em nossas fontes,
Nem se engelha conosco O mesmo amor, duremos,
Como vidros, às luzes transparentes
E deixando escorrer a chuva triste,
Só mornos ao sol quente, E refletindo um pouco.
Tudo pois refusemos, que nos alce
A irrespiráveis píncaros, Perenes sem ter flores.
Só de aceitar tenhamos a ciência,
E, enquanto bate o sangue em nossas fontes,
Nem se engelha conosco O mesmo amor, duremos,
Como vidros, às luzes transparentes
E deixando escorrer a chuva triste,
Só mornos ao sol quente, E refletindo um pouco.
sábado, novembro 10, 2007
sexta-feira, novembro 09, 2007
Por que será que não gosto de mim mesmo?
"EU DE jeito nenhum me considero alguém especial", lamentava-se Luísa. Será que você também, vez por outra, não se sente bem consigo mesmo?
Realmente, todos precisam de certa dose de amor-próprio. Isto tem sido chamado de "o ingrediente que dá dignidade à existência humana". Ademais, a Bíblia diz: "Tens de amar o teu próximo como a ti mesmo." (Mateus 19:19) E, se você não se sente bem consigo mesmo, provavelmente também não se sentirá bem em relação aos outros.
Realmente, todos precisam de certa dose de amor-próprio. Isto tem sido chamado de "o ingrediente que dá dignidade à existência humana". Ademais, a Bíblia diz: "Tens de amar o teu próximo como a ti mesmo." (Mateus 19:19) E, se você não se sente bem consigo mesmo, provavelmente também não se sentirá bem em relação aos outros.
quarta-feira, novembro 07, 2007
Medida Velha _ Camões
Descalça vai para a fonte
Mote
Descalça vai para a fonte
Lianor, pela verdura;
Vai fermosa, e não segura.
Voltas
Leva na cabeça o pote,
Os textos nas mãos de prata,
Cinta de fina escarlata,
Sainho de chamalote;
Trás a vasquinha de cote,
Mais Branco que a neve pura;
Vai fermosa, e não segura.
Descobre a touca a garganta,
Cabelos de ouro o entrançado,
Fita de cor de encarnado,
Tão linda que o mundo espanta.
Chove nela graça tanta,
Que dá graça à fermosura:
Vai fermosa, e não segura.
Veja: Camões_ O poeta
Mote
Descalça vai para a fonte
Lianor, pela verdura;
Vai fermosa, e não segura.
Voltas
Leva na cabeça o pote,
Os textos nas mãos de prata,
Cinta de fina escarlata,
Sainho de chamalote;
Trás a vasquinha de cote,
Mais Branco que a neve pura;
Vai fermosa, e não segura.
Descobre a touca a garganta,
Cabelos de ouro o entrançado,
Fita de cor de encarnado,
Tão linda que o mundo espanta.
Chove nela graça tanta,
Que dá graça à fermosura:
Vai fermosa, e não segura.
Veja: Camões_ O poeta
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